Estima-se que 371.504 bebês nasceram em todo o mundo no dia de Ano Novo, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Fiji, no Pacífico, receberá o primeiro bebê de 2021 enquanto os Estados Unidos darão as boas-vindas ao último bebê do dia 1o de janeiro de 2021.

Globalmente, estima-se que mais da metade desses nascimentos ocorram em 10 países: Índia, China, Nigéria, Paquistão, Indonésia, Etiópia, Estados Unidos, Egito, Bangladesh e República Democrática do Congo.

No Peru, Celia Virginia Flores Mamani, 37, segura sua filha recém nascida Priscilla (2019)

No Peru, Celia Virginia Flores Mamani, 37, segura sua filha recém nascida Priscilla (2019)

Foto | UNICEF

Estima-se que 371.504 bebês nasceram em todo o mundo no dia de Ano Novo, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Fiji, no Pacífico, receberá o primeiro bebê de 2021 enquanto os Estados Unidos darão as boas-vindas ao último bebê do dia 1o de janeiro de 2021.

Globalmente, estima-se que mais da metade desses nascimentos ocorram em 10 países: Índia (59.995), China (35.615), Nigéria (21.439), Paquistão (14.161), Indonésia (12.336), Etiópia (12.006), Estados Unidos (10.312), Egito (9.455), Bangladesh (9.236) e República Democrática do Congo (8.640). No Brasil, a estimativa é de 6.935 bebês.

No total, estima-se que 140 milhões de crianças nascerão em 2021 e que elas tenham expectativa média de vida de 84 anos.

“As crianças nascidas em 1o de janeiro de 2021 entram em um mundo muito diferente do que há um ano, e um Ano Novo traz uma nova oportunidade de reimaginá-lo”, disse a diretora executiva do UNICEF, Henrietta Fore. “As crianças herdarão o mundo que começamos a construir para elas – hoje. Vamos fazer de 2021 o ano em que começamos a construir um mundo mais justo, seguro e saudável para as crianças”.

O ano de 2021 também marcará o 75º aniversário do UNICEF. Ao longo do ano, o Fundo e seus parceiros vão comemorar o aniversário com eventos e anúncios que celebram três quartos de século de proteção das crianças contra conflitos, doenças e exclusão e defendendo seu direito à sobrevivência, à saúde e à educação.

“Hoje, uma vez que o mundo enfrenta uma pandemia, uma desaceleração econômica, um aumento da pobreza e um aumento da desigualdade, a necessidade do trabalho do UNICEF continua grande”, disse Fore. “Nos últimos 75 anos, em meio a conflitos, deslocamentos, desastres naturais e crises, o UNICEF tem estado lá para as crianças do mundo. Com o amanhecer do Ano Novo, renovamos nosso compromisso de proteger as crianças, defender seus direitos e garantir que suas vozes sejam ouvidas, não importa onde vivam”.

Em resposta à pandemia, o UNICEF lançou a campanha Reimagine, um esforço global para evitar que a pandemia de COVID-19 se torne uma crise duradoura para as crianças. Por meio da campanha, o UNICEF está lança um apelo urgente aos governos, ao público, doadores e ao setor privado para que se juntem ao Fundo à medida em que busca responder, recuperar e reimaginar um mundo melhor pós-pandemia.

Para estimativas completas de nascimentos em 236 países e territórios, clique aqui.

O UNICEF usou dados de registros de vida e pesquisas domiciliares nacionalmente representativas para estimar as frações mensais e diárias de nascimentos nos países. O Fundo usou os números anuais de nascidos vivos e a expectativa de vida do período da última revisão das Perspectivas da População Mundial da ONU (2019) para estimar os bebês nascidos em 1º de janeiro de 2021 e a expectativa de vida.

Fonte: ONU Brasil

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